A REPRESENTAÇÃO FEMININA NA DRAMATURGIA DE OSWALD DE ANDRADE
Nome: JOYCE GALON DA SILVA MORONARI
Data de publicação: 29/05/2025
Banca:
| Nome |
Papel |
|---|---|
| GASPAR LEAL PAZ | Examinador Interno |
| LUCAS DOS PASSOS E SILVA | Examinador Externo |
| LUCAS LARCHER | Examinador Externo |
| MARIA CLARA GONÇALVES | Examinador Interno |
| SERGIO DA FONSECA AMARAL | Presidente |
Resumo: Na dramaturgia de Oswald de Andrade, deparamo-nos com ousadias e temáticas que, sutilmente, desafiam o convencional para conduzir-nos a um senso crítico próprio de um teatro que, além de entreter, denuncia as estruturas do sistema sócio político e critica acidamente a sociedade organizada em bases capitalistas. Partindo da premissa de que a busca por ressignificar o feminino faça parte da reconfiguração das dinâmicas que o autor preconiza no (e com) seu teatro, este trabalho nasce do interesse em compreender quem são “as mulheres que pulsam nas suas peças”, a partir de uma leitura das obras O rei da vela (1933), O homem e o cavalo (1934) e A morta (1937), centrada nas personagens femininas. O intuito é analisar a representação feminina na composição dramatúrgica do autor, considerando críticos que estudaram a obra dramática oswaldiana, vozes que estabelecem a relação entre história e literatura, evidenciando a importância do contexto político-social para a compreensão de suas peças, assim como as formulações da crítica que se dedicou ao estudo da mulher na literatura e na história, articulando os elementos subjacentes ao texto com o ambiente ficcional e com as noções de escrita do texto dramático.
