“Nas últimas décadas, escritoras e escritores de diversas partes do Atlântico Negro têm retornado ao passado escravista não como um exercício nostálgico, mas como um gesto ético, político e estético de reinscrição. Ao recuperar e reinventar a estrutura e os temas das slave narratives, eles os têm transformado em espaços de reivindicação da subjetividade e de reconstrução da memória histórica”.