Tópicos Especiais XXI

Código: PLET-6537
Curso: Doutorado em Letras
Créditos: 1
Carga horária: 15
Ementa: Sinopse:
Este curso propõe oportunizar um estudo mais detido da obra narrativa de Chico Buarque a partir da observação da palindromia e da especularidade como estratégias de construção textual.
Bibliografia: UNIDADE I:
Estorvo: o olho mágico e a casa de vidro
1. BUARQUE, Chico. Estorvo. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
2. BUARQUE, Chico. Fazenda modelo: novela pecuária. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1985.
3. ADORNO, Theodor W. Educação após Auschwitz. Tradução Wolfgang Leo Maar. Disponível em: http://orbita.starmedia.com/~novosdebates/adorno/adorno12.htm . Acesso em 20 de abril de 2006.
4. BAUMAN, Zygmunt. Vidas desperdiçadas. Tradução Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
5. ELIAS, Norbert. Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações de poder a partir de uma pequena comunidade. Tradução Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.RIBEIRO, Carlos. Romance do simulacro. In: Chico Buarque do Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.
6. FREUD, Sigmund. Obras psicológicas completas. Rio de Janeiro: Imago, 1976. “O ‘estranho’”. v. XVII, p. 273-318.
7. ORWELL, George. 1984. Tradução Wilson Velloso. São Paulo: Editora Nacional, 1996.
8. SCHWARZ, Roberto. “Um romance de Chico Buarque”. In: Seqüências brasileiras: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 178-181.
9. SOARES, Luiz Felipe Guimarães. Estorvo e outros estorvos. Florianópolis: UFSC, 1996. (Dissertação de Mestrado).

UNIDADE II:
Benjamim: o modelo e a máquina
10. BENJAMIN, Walter. Documentos de cultura, documentos de barbárie: escritos escolhidos. Tradução Celeste H. M. Ribeiro de Sousa et alii. São Paulo: Cultrix, 1986.
11. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1993.
12. BUARQUE, Chico. Benjamim. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
13. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. Tradução Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1995.
14. HOLLANDA, Chico Buarque de. Roda-viva. Rio de Janeiro: Sabiá, 1968.
15. LISPECTOR, Clarice. “Chico Buarque ou Xico Buark”. In: De corpo inteiro. Rio de Janeiro: Artenova, 1999, p. 356-358.
16. MASSI, Augusto. Artigo na Folha de São Paulo, 02/12/95. Disponível em <http://chicobuarque.uol.com.br/>. Acesso em 05/10/2007.

UNIDADE III:
Budapeste: o paradoxo da anônima autoria
17. BARTHES, Roland. A morte do autor. In: ______. O rumor da língua. Tradução António Gonçalves. Lisboa: Edições 70, 1987, p. 49-53.
18. BUARQUE, Chico. Budapeste. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
19. CAMPOS, Augusto de. Balanço da Bossa e outras bossas. São Paulo: Perspectiva, 1974.
20. CÉSAR, Chico. “Nós amamos Chico Buarque”. In: Chico Buarque do Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2004, p. 49.
21. DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Félix. Kafka: por uma literatura menor. Tradução Júlio Castañon Guimarães. Rio de Janeiro: Imago, 1977.
22. DERRIDA, Jacques. Papel-máquina. Tradução Evando Nascimento. São Paulo: Estação Liberdade, 2004.
23. DERRIDA, Jacques. Salvo o nome. Tradução Nícia Adan Bonatti. Campinas: Papirus, 1995.
24. FOUCAULT, Michel. O que é um autor? Tradução António F. Cascais e Edmundo Cordeiro. Lisboa: Vega, 1992.
25. SAORÍN, José Luis. A curiosa história do editor partido ao meio na era dos robôs escritores. Tradução Luis Reyes Gil. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2005.

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